sexta-feira, 6 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Ai os saldos
Na segunda comprei esta camisola. Ando a precisar de uma t'shirts assim simples para o dia a dia e apaixonei-me por esta. Adorei o pormenor do fecho na parte de trás que deixa um bocadinho (ou um bocadão, conforme o gosto) das costas à mostra.
Fiquei com umas calças de ganga debaixo de olho. Daquelas com o gancho caído, não sei como é que se chamam e baratinhas como se quer. Amanhã sou capaz de as ir experimentar outra vez e trazê-las.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Até me esqueci de vos mostrar
Fiz unhas de gel.
Já foi há quase duas semanas, mas nunca mais me lembrei de vos mostrar. Adorei o resultado final, estou viciada nelas.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Eu podia seguir estes exemplos, pois podia
Mas fechar a boquita que é bom, nada.
Fazer exercício ainda faço, mas não consigo resistir a certas tentações. Se bem que eu também não estou como a moça da imagem estava, mas se estivesse como ela está agora, não era nada mal pensado, não senhor.
Chocolate
Eu nem sou apreciadora de chocolate propriamente dito. Como um bocadinho e enjoo logo, mas no entanto, adoro tudo o que leve chocolate. Ah, tirando gelado de chocolate que odeio.
Ele é brigadeiros, ele é bolo de chocolate de todos os tipos, ele é salame de chocolate, ele é fondue de chocolate, ele é mousse, ele é nutella, ele é crepes com chocolate, e eu sei lá mais quê. Devoro tudo em três tempos.
E pode ser um de cada aqui para casa. Ou dois, que isto nunca se sabe...
Porquê senhores, porquê?
Porque é que eu tenho dias que cada vez que abro a boca, dá merda?
É que se até eu já estou farta do meu mau feitio, imagino as outras pessoas. Alguém sabe onde é que se compra paciência? É que aqui precisa-se, e muito.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Paragens cerebrais do Blogger
O blogger agora deu para me fazer rascunhos de post.Há pouco fui a listagem dos post e tinha lá alguns 10 rascunhos que eu não fiz. Apaguei-os. Agora voltei a ir lá e já lá estavam mais uns quantos. Também vos acontece?
É difícil ser eu
Já várias pessoas me disseram que gostavam de ser como eu. Mas não imaginam o quão difícil é ser eu.
É difícil sair deste quarto daqui a pouco, perto da hora do meu pai chegar, com um sorriso como se nada se passasse, quando na verdade estive aqui fechada o dia todo a chorar.
É difícil daqui a pouco sair de casa para a sede da banda bem disposta, a saber que vou ter de ralhar com as miúdas e me vai dar uma vontade enorme de chorar.
É difícil saber que as pessoas seguem em frente e eu fico sempre para trás.
É difícil continuar a viver quando a vontade não é essa.
Caramba, é difícil fingir, sempre, dia após dia, que está tudo bem quando só me apetece desaparecer.
As aparências iludem e enquanto olharem só para o exterior vão continuar a dizer "Aquela miúda é forte", sem nunca chegar a perceber a confusão que vai aqui dentro.
A entrar em fase de desespero
Porque é que as coisas tem de ser sempre tão difíceis? Quando mais queremos uma coisa, mas difícil é consegui-la.
E eu só queria deixar de pensar em certas coisas. Só queria conseguir levantar a cabeça e seguir em frente nem que seja a caminho de coisa nenhuma.
A vida passa. Todos seguem em frente e eu continuo parada à espera de um momento que não vai acontecer, à espera de alguém que não vai chegar.
E dói. Dói e há-de continuar a doer.
Vai passar? Acho que não.
Amor-Ódio
Tenho uma relação de amor-ódio com estas senhoras. É que se há dias que as odeio com todas as minhas forças, outros há que fico a olhar para as fotografias e dou por mim a pensar: "Epah, mas afinal não são assim tão feias. Eu até era capaz de calçar isto".
Eu sei que quando estas botas se começaram a usar eu jurei aqui que nunca ia calçar umas, mas agora tenho andado tentada. Agora não, mas lá para o Outono sou gaja de me render. Assim só de uma cor, que não gosto muito de coisas que chamem a atenção.
Do fim de semana
O fim de semana correu tão mas tão bem até estranhei. Saí com uns amigos com quem já não estava há bastante tempo e soube-me pela vida. Metemos a conversa em dia e divertimos-nos bastante.
Amanhã tenho um jantar em Coimbra e parece-me que também vai ser bem divertido. Vai ser daqueles jantares calminhos, onde há tempo para conversar de coisas sérias e de coisas sem nexo.
A minha vida social tem andado um bocado parada, tenho que por mão nisto.
Boa semana :)
domingo, 1 de julho de 2012
sábado, 30 de junho de 2012
Eu já...
Eu já fui traída pela última pessoa que julgava capaz de o
fazer
Eu já bati em alguém por impulso
Eu já traí e não me arrependo
Eu já vi um casal fazer sexo numa discoteca
Eu já tomei anti-depressivos
Eu já abracei um desconhecido que estava na rua a chorar
Eu já tive de recorrer à memória dos meus amigos para saber
o que fiz em determinadas noites de bebedeira
Eu já me arrependi de muita coisa que fiz bebeda.
Eu já tive vontade de fugir de casa
Eu já beijei uma rapariga
Eu já tive ataques de pânico
Eu já fui uma autêntica cabra
Eu já disse aos meus amigos que o meu pai não podia conduzir
de noite para que eles não soubessem que nós nem tinhamos um carro
Eu já fumei charros
Eu já desejei não ter conhecido certas pessoas
Eu já fiquei vários dias fechada no quarto a chorar e sem
comer.
Eu já quis ser dançarina profissional
Eu já quis ter um caso com um famoso
Eu já tive vontade de rapar o cabelo
Eu já beijei um completo desconhecido
Eu já quis muito ter um acidente grave para ver quem é que
realmente se preocupa comigo.
Eu já acordei as 2 da manhã e fui fazer um bitoque para o
meu ex-namorado
Eu já fiz coisas indecendes durante um concerto dos Buraka.
Inspirado no blog da Cláudia
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Carta aberta aos senhores da CP
Caros senhores,
Eu compreendo que queiram melhores condições de trabalho. Entendo que fazer greve seja uma forma de lutarem pelos vosso direitos. Entendo tudo que eu nem sou pessoa de compreendura lenta. Agora, o que eu não entendo, é porque é que não fazem como todos os outros serviços e avisam os vossos clientes/passageiros que estão em greve. Só peço que ponham no vosso site que vão fazer greve no dia tal. Porque vejamos, meter um aviso a dizer que vão haver perturbações na circulação do dia x ao dia y é a mesma coisa que não meter nada.
Mais, se formos a contar os dias que fazem greve durante um ano, reparamos que são mais que muitos. Ora então, estamos em crise e o dinheiro não chega e dão-se ao luxo de fazer tanta greve? Ou o vosso patrão é assim tão bom que não vos desconta o dia? Bem, se o patrão fosse bom não faziam greve não é? Mas isso não interessa nada, vocês tem é que lutar pelos vossos direitos.
Se forem ao hospital com uma dor numa unha e os médicos estiverem em greve é o fim do mundo porque não pode ser, e que vão morrer porque o médico está em greve e-tudo-e-tudo. Mas esquecem-se que diariamente há carradas e carradas de pessoas que dependem dos vossos serviços para irem ganhar o pão que comem. Pessoas que precisam que vocês trabalhem para que possam trabalhar também. Mas isso não interessa nada porque vocês tem que lutar pelos vossos direitos.
Eu não morri por ter ficado na estação a secar à espera de um comboio para vir para casa nem por ter de ficar a ouvir mil vezes uma senhora a dizer: “Caros passageiros, lamentamos informar que o comboio urbano Coimbra – Figueira da Foz, com partida às 13h03m foi suprimido. Pedimos desculpa pelo incomodo causado”. Não, não morri. Porque para mim, tanto fazia vir as 13h como às 20h e nem tinha o bilhete comprado. Em último caso, alguém me ia buscar. Mas há pessoas que não tem essa facilidade. Pessoas que no inicio de cada mês compram o passe, dando assim dinheiro para que vocês possam receber o vosso salário no fim do mês. Pessoas essas que depois tem de pagar autocarros ou táxis, gastando o dobro do dinheiro, porque vocês não tem o minimo respeito por elas. Mas isso não interessa nada, vocês tm é que lutar pelos vossos direitos.
A vossa sorte, é que há e continuará a haver pessoas que dependem dos comboios, que não tem outro meio de transporte. Porque o que vocês mereciam era que toda a gente deixasse de andar de comboio, que ninguém comprasse passe, e que no final do mês nao houvesse dinheiro para vos pagar. Aí se calhar já começavam a perceber que olhar só para o vosso umbigo não vos leva a lado nenhum.
Façam greve sim, mas façam as coisas com cabeça.
E agora?
Não sofri. Na altura, não sofri. Faltava-me qualquer coisa, mas não sofri.
Passaram dois meses. E só agora é que eu percebi que perdi o homem da minha vida.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
"Tenho saudades de ti. Saudades dos nossos momentos... Saudades dos nossos momentos bons e dos maus também. Tenho saudades das nossas conversas sem pé nem cabeça, saudades das nossas discussões. Tenho saudades dos nossos passeios, da nossa vida nada parecida, do teu sorriso quando falavas algo engraçado, da tua cara de ódio, quando mesmo sem querer eu te irritava.
Saudades do nosso amor intenso, único e todo errado, das nossas manhãs, tardes, noites e madrugadas. Tenho saudades do teu ciúme com fundamento e dos sem fundamento também. Saudades dos teus medos e da maneira que eu cuidava deles. Saudades da maneira como tu te preocupavas comigo, saudades da tua fraqueza, que me dava força para ser forte. Saudades do nosso primeiro beijo e do último também.
Saudades da nossa vida tão igual e tão desigual. Tenho saudades de quando tu aparecias do nada e me fazias sorrir pelo simples facto de estar ali. Tenho saudades do teu amor intenso, da maneira que tu dizias “eu amo-te” deixando um brilho nos meus olhos. Saudades das tuas mãos nas minhas, a minha boca na tua. Saudades dos meus braços à procura dos teus e dos teus braços procurando os meus.
Tenho saudades dos planos que fizemos, dos nossos sonhos impossíveis que na nossa vida tentamos juntos construir. Tenho saudades de tudo que se realizou e de tudo que não se realizou. Os nossos telefonemas antes de dormir, as nossas palavras doces, nossas palavras duras e a nossa vontade de ser o outro de ser do outro. Tenho saudades da nossa música que até hoje toca para me fazer sentir mais saudades. Saudades dos nossos presentes no Natal e aniversários, da tua vontade encantadora de me surpreender.
Tenho saudades de ti ao meu lado, tenho saudades da tua presença em mim mesmo na tua ausência. Tenho saudades de ti fazendo-me chorar e eu fazendo-te sofrer. Tenho saudades de tudo o que vivemos e do que não conseguimos viver. Tenho saudades da tua maneira de não saber me amar que me fazia sentir o homem mais amado do mundo. Tenho saudades da nossa dependência um do outro, da nossa forma de esquecer o mundo quando estávamos juntos. Da nossa maneira simples de ver a vida. Vida que não foi nada simples.
Tenho saudades de ser teu, só teu. De te pertencer inteiramente, fazendo parte da tua vida, saber o que estavas a fazer e com quem estavas a fazer. Tenho saudades da nossa história, a mais estranha que alguém já escreveu. Tenho saudades do que contamos um para o outro, dos segredos que temos, que escondemos. Saudades do meu aniversário, do teu aniversário. Saudades do nosso “tempo”, de cantar mas estar a cantar só para ti. Tenho saudades do nosso namoro escondido, onde só éramos eu e tu. Tenho saudades do nosso amor, nossas juras, nossas promessas, nossos encontros e dos nossos desencontros.
Tenho saudades de dizer “amo-te para sempre”, 4ever. Tenho saudades de ouvir “amo-te para sempre”, 4ever. Tenho saudades de estar contigo, simplesmente por estar. Tenho saudades de tua amizade, da tua força e de tua confiança em mim, em nós. Tenho saudades da tua voz, do teu carinho, da tua paixão, do teu desejo, das tuas loucuras, da tua inteligência, do teu talento. Saudades de ti quando estavas comigo. Saudades de mim quando estava contigo. Saudades do nosso casamento que não aconteceu. Saudades dos filhos que não tivemos. Saudades da cama que não dividimos. Saudades do futuro que não vivemos. Saudades de ti.
Mas o que mais dói de toda esta saudade é saber que de tudo que eu sinto saudades está destinado para outro alguém. Outro alguém que já odeio antes de existir, outro alguém que não terá a mesma saudade que eu sinto, porque não serei eu. Como dizia o poeta “em algum lugar deve existir, uma espécie de bazar, onde os sonhos extraviados vão parar”. Acho que os nossos sonhos e planos se extraviaram e foram parar nenhum lugar, mas na minha mente, nela pararam e não me deixam seguir em frente nem viver, não me deixam sentir saudades de outro alguém. E é por isso que vivo sentindo saudades. Saudades de mim, de ti, saudades de nós..."
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